Brasil perde para Cuba e não tem mais chances no WBC 2013
O Brasil fez seu segundo jogo no WBC contra Cuba e apesar de manter o alto nível apresentado na primeira partida contra o Japão, acabou derrotado por 5 a 2 e não tem mais chances de classificação no WBC 2013.
Os últimos resultados da seleção brasileira de beisebol fez com que a fortíssima seleção cubana respeitasse bastante a equipe brasileira. Cuba escalou o seu principal arremessador para iniciar o jogo contra o Brasil e usou de artifícios "sujos" para segurar o ataque brasileiro. Logo no primeiro inning, o arremessador cubano atingiu intencionalmente nosso terceiro rebatedor, Leonardo Reginatto, que fez uma partida impecável contra o Japão.
O Brasil começou bem nos arremessos de André Rienzo, que até o quarto inning segurou o ataque cubano mantendo o placar de 0 a 0. No ataque o Brasil perdeu algumas oportunidades de abrir o placar no segundo e terceiro innings.
Na troca do arremessador André Rienzo, que atingiu o limite de 65 arremessos, que é o limite permitido nesta competição. O Brasil teve dificuldades de segurar o ataque cubano. No quinto inning o ataque cubano começou a mostrar trabalho com rebatidas simples e abriu 2 pontos de vantagem.
No sexto inning a dificuldade continuou e o Brasil levou outros 3 pontos, até que o arremessador Kenji Yoshimura, que começou nas categorias de base de Vargem Grande Paulista, acertou a zona de strike e conseguiu controlar o ataque cubano.
O Brasil diminuiu no fim do sexto inning fazendo 5 a 2, mas a reação terminou por aí.
O Brasil ainda jogará nesta terça-feira, às 05:00 da manhã, com transmissão pelo canal 28 da Sky contra a equipe da China. Será a oportunidade do Brasil vencer sua primeira partida e garantir seu lugar para a edição de 2017 do WBC. Esta seleção que fez história, se classificando para o WBC e fazendo excelentes partidas contra o Japão e Cuba, merece esta vitória para fechar com chave de ouro a participação brasileira na competição e deixar a comunidade do beisebol brasileiro ainda mais orgulhoso desta equipe.
Kazu comenta
segunda-feira, 4 de março de 2013
sábado, 2 de março de 2013
Brasil faz bonito, joga bem, mas perde para o Japão no fim do jogo
Na manhã deste sábado, o Brasil novamente surpreendeu o mundo do beisebol. Jogando em Fukuoka, na casa dos atuais bi-campeões do World Baseball Classic (WBC), o Brasil jogou de igual para igual e esteve muito próximo da façanha de vencê-los diante de sua torcida.
Logo na primeira entrada o Brasil saiu na frente com um ponto de Paulo Orlando. O Japão só conseguiu o empate no terceiro inning, através de uma rebatida de sacrifício e virou o jogo no quarto inning. Ainda no quarto inning o Brasil empatou o jogo e virou logo em seguida, no quinto inning, fazendo 3 a 2 na partida.
Com um jogo bastante consistente na defesa e com bons arremessos de Murilo Gouvea, o Brasil segurou o ataque japonês até a oitava entrada, quando a sorte mudou de lado e os japoneses começaram a acertar algumas rebatidas contra os arremessos do Brasil. O Japão conseguiu anotar 3 corridas, virando a partida em 5 a 3.
Ainda tivemos chances no oitavo e nono innings, mas os arremessos do pitcher fechador do Japão, Kazuhisa Makita frustou o sonho brasileiro de fazer história em Fukuoka.
Agora que já passou o nervosismo do primeiro jogo em um grande campeonato, com um grande público, algo inédito para todos os jogadores brasileiros, temos o desafio de vencermos Cuba na segunda-feira. Esta será nossa única chance de continuarmos no WBC. Não será nada fácil vencer os maiores campeões e olímpicos do beisebol, mas o Brasil já mostrou que no beisebol atual, não tem medo de ninguém e pode jogar de igual para igual contra qualquer país do mundo. Pra cima deles Brasil!!!
Na manhã deste sábado, o Brasil novamente surpreendeu o mundo do beisebol. Jogando em Fukuoka, na casa dos atuais bi-campeões do World Baseball Classic (WBC), o Brasil jogou de igual para igual e esteve muito próximo da façanha de vencê-los diante de sua torcida.
Logo na primeira entrada o Brasil saiu na frente com um ponto de Paulo Orlando. O Japão só conseguiu o empate no terceiro inning, através de uma rebatida de sacrifício e virou o jogo no quarto inning. Ainda no quarto inning o Brasil empatou o jogo e virou logo em seguida, no quinto inning, fazendo 3 a 2 na partida.
Com um jogo bastante consistente na defesa e com bons arremessos de Murilo Gouvea, o Brasil segurou o ataque japonês até a oitava entrada, quando a sorte mudou de lado e os japoneses começaram a acertar algumas rebatidas contra os arremessos do Brasil. O Japão conseguiu anotar 3 corridas, virando a partida em 5 a 3.
Ainda tivemos chances no oitavo e nono innings, mas os arremessos do pitcher fechador do Japão, Kazuhisa Makita frustou o sonho brasileiro de fazer história em Fukuoka.
Agora que já passou o nervosismo do primeiro jogo em um grande campeonato, com um grande público, algo inédito para todos os jogadores brasileiros, temos o desafio de vencermos Cuba na segunda-feira. Esta será nossa única chance de continuarmos no WBC. Não será nada fácil vencer os maiores campeões e olímpicos do beisebol, mas o Brasil já mostrou que no beisebol atual, não tem medo de ninguém e pode jogar de igual para igual contra qualquer país do mundo. Pra cima deles Brasil!!!
domingo, 17 de fevereiro de 2013
A Copa do Mundo e as Olimpíadas já são um fracasso
Desde o início do Blog, estou ansioso para escrever sobre os principais eventos esportivos que estamos para receber nos próximos anos. Mas tentei me conter para evitar a ladainha e negativismo que por vezes nos acompanham e já fazem parte da síndrome de vira-lata, típico de nós brasileiros.
Entretanto, às vésperas da Copa das Confederações, o "ensaio" de gala para a Copa do Mundo de Futebol, já podemos afirmar que o Brasil perdeu mais uma oportunidade de dar um grande salto rumo ao desenvolvimento.
Com certeza, ainda que com algum atraso, os estádios ficarão prontos a tempo da realização dos Jogos. As arenas esportivas estarão prontas para receber os atletas e torcedores de todos os cantos do mundo. A "imprensa" (leia-se Rede Globo) promoverá os jogos e nos mostrará as festas e a alegria dos brasileiros, contagiantes para os visitantes estrangeiros, será um sucesso... Mas não se trata apenas dos Jogos.
O legado dos Jogos Olímpicos e da Copa do Mundo, vai além das fronteiras do esporte. Estes eventos têm o poder de serem catalisadores na melhora das condições da infra-estrutura, educação e economia dos países que recebem tais eventos e é isto, mais do que a realização do evento por si só que define se os Jogos serão um sucesso ou um fracasso.
Já perdemos a oportunidade de vermos a concretização de grandes obras de mobilidade urbana. Salvo algumas exceções (como algumas obras em Belo Horizonte e São Paulo), as cidades que abrigarão os Jogos não tiveram mudanças em seu planejmento urbano, aumento da malha metroviária, construção de aeroportos, etc... Após os jogos voltaremos à mesma situação de transportes públicos de massa precários, incentivo aos meios de transporte individuais e grandes congestionamentos e aumento de poluição nos centros urbanos.
Outra grande oportunidade que os Jogos Olímpicos podem proporcionar é revitalizar áreas urbanas decadentes e acelerar mudanças na cidade. Barcelona, Pequim e Londres são exemplos de sucesso na revitalização de áreas abandonadas. A região de Stratford em Londres, anteriormente uma área industrial decadente foi revitalizada, melhorando o transporte público, aumentando a segurança da região e melhorando a auto-estima para os moradores deste subúrbio de Londres. Barcelona alterou todo o sistema de coleta de lixo, iniciando pela Vila Olímpica. Projetos desta natureza, não existem no projeto Olímpico do Rio de Janeiro, que terá a Vila Olímpica construída próximo ao bairro da Barra da Tijuca, uma das áreas mais valorizadas da capital carioca.
Mais uma oportunidade desperdiçada é o desenvolvimento de cidades do interior do país. Todas as delegações que participarão da Copa e dos Jogos Olímpicos precisarão de um período de treinamento e aclimatação. Seria uma excelente oportunidade para estâncias turísticas do interior do país desenvolverem sua infra-estrutura para receber delegações numerosas de atletas, torcedores e jornalistas. Enquanto isso, não vemos nenhuma movimentação ou programa de incentivo para as cidades do interior.
É sabido que temos uma grande deficiência em toda a população sobre o conhecimento de línguas estrangeiras. Não houve momento mais oportuno para a promoção de cursos de preparação e aprendizado de idiomas em massa para taxistas, trabalhadores de restaurantes, hotéis e outros setores da economia que irão receber um grande número de turistas estrangeiros. Também já perdemos o bonde, perdemos mais uma chance...
Nos Jogos Olímpicos, que ocorrerão em nosso país, temos participação garantida em todas as modalidades. Desde o anúncio do Rio, como sede dos Jogos de 2014, poderíamos ter a preparação de jovens atletas em modalidades desconhecidas, quem sabe, desta forma, descobrindo novos talentos, popularizando esportes pouco conhecidos e utilizando a prática esportiva como ferramenta de auxílio na educação de crianças e adolescentes no Brasil. Não foi o que aconteceu.
Infra-estrutura rodoviária, metroviária e aero-portuária precárias, financiamento de obras (superfaturadas) de estádios particulares com dinheiro público, pouco investimento privado em obras e novos negócios, falta de conhecimento de outros idiomas, etc... Por este e outros motivos que extrapolam a simples realização dos eventos esportivos, a construção de arenas, a realização e a transmissão dos jogos. Já podemos afirmar que mais uma vez na história deste país "perdemos" uma grande oportunidade de deixarmos para trás o estigma de país do futuro e nos tornarmos definitivamente o país do presente... Parece que ainda teremos muitos motivos para continuar com a síndrome de "vira-lata".
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Apagão 1, Apagão 2 e Apagão 3 no Superbowl XLVII
O principal evento esportivo do ano nos Estados Unidos marcou o fim de uma das melhores temporadas de futebol americano de todos os tempos. Na noite em que todos os americanos se reúnem na frente da TV para assistir ao jogo de futebol americano, ao show do intervalo e principalmente aos intervalos comerciais, o Superbowl XLVII entrará para a história como o Superbowl dos apagões.
A partida que já tinha um roteiro promissor antes do seu início, com o primeiro duelo entre irmãos no Superbowl (o técnicoJohn Harbaugh do Baltimore Ravens é irmão de Jim Harbaugh dos San Francisco 49ers ), e a despedida de Ray Lewis, o principal jogador da história do Baltimare Ravens, ficou ainda melhor.
Apagão 1 - O primeiro tempo foi marcado pelo primeiro apagão. Nos primeiros dois quartos, o San Francisco 49ers ficou apagado pelo ataque dos Ravens. Os 49ers cometeu erros em momentos cruciais e perdia rapidamente a posse de bola. Além disso, a defesa dos 49ers, a melhor da temporada regular, foi dominada pelo ataque do Baltimore Ravens. O primeiro tempo terminou 21 a 6 para os Baltimore Ravens.
No intervalo, um grande show de Beyoncé, uma super produção digna da final do Superbowl. Aparentemente foi um espetáculo para a TV porque os comentários foram de que o som no estádio deixou muito a desejar.
Na volta do terceiro quarto, um lance espetacular, um retorno de 108 jardas para o Touchdown e o placar marcava 28 a 6 para os Ravens, parecia que a vaca tinha deitado...
Apagão 2 - De repente, um apagão de fato, daqueles que nos acostumamos a ver nos campos de futebol da América do Sul. Metade dos refletores do estádio se apagaram e em um país onde qualquer imprevisto é motivo para temer pelo pior, a situação ficou tensa para o público que estava no Superdome, em New Orleans. Ainda não se se sabe o motivo do apagão, mas o fato de ter acontecido no principal evento da TV americana, traz o sentimento de que os americanos, especialistas em organização super-eventos, também cometem erros.
Apagão 3 - Após 33 minutos a luz voltou ao Superdome e a partida teve reinício, agora com o terceiro apagão da noite. Desta vez o Baltimore Ravens parecia ter ficado no escuro. Os 49ers conseguiram marcar 17 pontos no terceiro quarto, encostando no placar. O terceiro quarto terminou 28 a 23 e toda a emoção ficou para o último e decisivo quarto.
Em lances pouco comuns para os jogos de futebol americano, a partida foi ganhando em emoção e restando 1:42 para o fim da partida, os Ravens venciam por 34 a 29, com os 49ers na linha de 7 jardas da End Zone. Mas a defesa comandada por Ray Lewis conseguiu segurar o ataque dos 49ers.
Restou ao Ravens administrar inteligentemente o restante da partida, que terminou 34 a 31 para o Baltimore. Título do Superbowl XLVII para os Ravens, prêmio de MVP para o quarterback Joe Flacco, que fez um excelente pós-temporada e fim da brilhante carreira de Ray Lewis, que deixará muita saudades aos fãs dos Ravens.
O principal evento esportivo do ano nos Estados Unidos marcou o fim de uma das melhores temporadas de futebol americano de todos os tempos. Na noite em que todos os americanos se reúnem na frente da TV para assistir ao jogo de futebol americano, ao show do intervalo e principalmente aos intervalos comerciais, o Superbowl XLVII entrará para a história como o Superbowl dos apagões.
A partida que já tinha um roteiro promissor antes do seu início, com o primeiro duelo entre irmãos no Superbowl (o técnicoJohn Harbaugh do Baltimore Ravens é irmão de Jim Harbaugh dos San Francisco 49ers ), e a despedida de Ray Lewis, o principal jogador da história do Baltimare Ravens, ficou ainda melhor.
Apagão 1 - O primeiro tempo foi marcado pelo primeiro apagão. Nos primeiros dois quartos, o San Francisco 49ers ficou apagado pelo ataque dos Ravens. Os 49ers cometeu erros em momentos cruciais e perdia rapidamente a posse de bola. Além disso, a defesa dos 49ers, a melhor da temporada regular, foi dominada pelo ataque do Baltimore Ravens. O primeiro tempo terminou 21 a 6 para os Baltimore Ravens.
No intervalo, um grande show de Beyoncé, uma super produção digna da final do Superbowl. Aparentemente foi um espetáculo para a TV porque os comentários foram de que o som no estádio deixou muito a desejar.
Na volta do terceiro quarto, um lance espetacular, um retorno de 108 jardas para o Touchdown e o placar marcava 28 a 6 para os Ravens, parecia que a vaca tinha deitado...
Apagão 2 - De repente, um apagão de fato, daqueles que nos acostumamos a ver nos campos de futebol da América do Sul. Metade dos refletores do estádio se apagaram e em um país onde qualquer imprevisto é motivo para temer pelo pior, a situação ficou tensa para o público que estava no Superdome, em New Orleans. Ainda não se se sabe o motivo do apagão, mas o fato de ter acontecido no principal evento da TV americana, traz o sentimento de que os americanos, especialistas em organização super-eventos, também cometem erros.
Apagão 3 - Após 33 minutos a luz voltou ao Superdome e a partida teve reinício, agora com o terceiro apagão da noite. Desta vez o Baltimore Ravens parecia ter ficado no escuro. Os 49ers conseguiram marcar 17 pontos no terceiro quarto, encostando no placar. O terceiro quarto terminou 28 a 23 e toda a emoção ficou para o último e decisivo quarto.
Em lances pouco comuns para os jogos de futebol americano, a partida foi ganhando em emoção e restando 1:42 para o fim da partida, os Ravens venciam por 34 a 29, com os 49ers na linha de 7 jardas da End Zone. Mas a defesa comandada por Ray Lewis conseguiu segurar o ataque dos 49ers.
Restou ao Ravens administrar inteligentemente o restante da partida, que terminou 34 a 31 para o Baltimore. Título do Superbowl XLVII para os Ravens, prêmio de MVP para o quarterback Joe Flacco, que fez um excelente pós-temporada e fim da brilhante carreira de Ray Lewis, que deixará muita saudades aos fãs dos Ravens.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
San Francisco e Baltimore no Superbowl XLVII
O San Francisco 49ers e o Baltimore Ravens serão os times que estarão em campo em New Orleans no dia 03 de fevereiro para a disputa do Superbowl XLVII. Para conquistar seus lugares no principal evento esportivo do ano nos Estados Unidos, ambas as equipes tiveram que vencer os seus jogos na casa do adversário.
O San Francisco 49ers foi até Atlanta enfrentar o ataque dos Falcons. A partida começou com domínio dos Falcons, que chegou a abrir 10 pontos de vantagem no primeiro quarto, com a incrível marca de 100 jardas de Julio Jones ainda no primeiro quarto da partida. Mas a partir do segundo quarto, o ataque dos 49ers começou a entrar no ritmo. O quarterback Colin Kaepernick não repetiu a atuação épica da semana passada, mas conseguiu controlar o jogo e distribuir bem as jogadas entre os Wide Receivers dos 49ers.
O Atlanta Falcons ainda vencia por 24 a 21 no início do quarto quarto, quando o San Francisco conseguiu converter um touchdown e virar o jogo, 28 a 24. Na campanha seguinte dos Falcons, o quarterback Matt Ryan conseguiu uma sequencia de First Downs e controlou muito bem o relógio, mas já na Red Zone, restando apenas 1 minuto e 9 segundos e 10 jardas para o Touchdown, a conversão de quarto down falhou e a vitória ficou com os 49ers.
No segundo jogo da noite, pela decisão da AFC, os Ravens foram até New England para enfrentar os Patriots de Tom Brady. O jogo foi muito equilibrado, com as defesas superando os ataques adversários. E... defesa por defesa, a defesa do Baltimore é mais forte. A partida que terminou 28 a 13 para os Ravens premia o Baltimore que, nesta pós temporada, conseguiu vencer os Broncos e os Patriots fora de casa. Uma façanha que o qualifica para a disputa do Superbowl.
O Superbowl XLVII será o último jogo da carreira brilhante de Ray Lewis. Uma outra curiosidade é que pela primeira vez na história, dois irmãos irão se enfrentar no Superbowl no comando da equipes. O técnico do San Francisco 49ers, Jim Harbaugh é irmão de John Harbaugh, técnico dos Ravens.
O San Francisco 49ers e o Baltimore Ravens serão os times que estarão em campo em New Orleans no dia 03 de fevereiro para a disputa do Superbowl XLVII. Para conquistar seus lugares no principal evento esportivo do ano nos Estados Unidos, ambas as equipes tiveram que vencer os seus jogos na casa do adversário.
O San Francisco 49ers foi até Atlanta enfrentar o ataque dos Falcons. A partida começou com domínio dos Falcons, que chegou a abrir 10 pontos de vantagem no primeiro quarto, com a incrível marca de 100 jardas de Julio Jones ainda no primeiro quarto da partida. Mas a partir do segundo quarto, o ataque dos 49ers começou a entrar no ritmo. O quarterback Colin Kaepernick não repetiu a atuação épica da semana passada, mas conseguiu controlar o jogo e distribuir bem as jogadas entre os Wide Receivers dos 49ers.
O Atlanta Falcons ainda vencia por 24 a 21 no início do quarto quarto, quando o San Francisco conseguiu converter um touchdown e virar o jogo, 28 a 24. Na campanha seguinte dos Falcons, o quarterback Matt Ryan conseguiu uma sequencia de First Downs e controlou muito bem o relógio, mas já na Red Zone, restando apenas 1 minuto e 9 segundos e 10 jardas para o Touchdown, a conversão de quarto down falhou e a vitória ficou com os 49ers.
No segundo jogo da noite, pela decisão da AFC, os Ravens foram até New England para enfrentar os Patriots de Tom Brady. O jogo foi muito equilibrado, com as defesas superando os ataques adversários. E... defesa por defesa, a defesa do Baltimore é mais forte. A partida que terminou 28 a 13 para os Ravens premia o Baltimore que, nesta pós temporada, conseguiu vencer os Broncos e os Patriots fora de casa. Uma façanha que o qualifica para a disputa do Superbowl.
O Superbowl XLVII será o último jogo da carreira brilhante de Ray Lewis. Uma outra curiosidade é que pela primeira vez na história, dois irmãos irão se enfrentar no Superbowl no comando da equipes. O técnico do San Francisco 49ers, Jim Harbaugh é irmão de John Harbaugh, técnico dos Ravens.
sábado, 19 de janeiro de 2013
Finais da Conferência do Futebol Americano movimentam o Fim de Semana
Neste final de semana, as finais de Conferência do futebol americano prometem bons jogos. Se repetirem as atuações da semana passada, os jogos têm tudo para serem inesquecíveis.
No domingo, às 18:00 hs, pelo horário de Brasília, o San Francisco 49ers vai até Atlanta enfrentar os Falcons pela final da NFC. A expectativa é pela atuação do quarterback Colin Kaepernick dos 49ers. Na semana passada Kaepernick teve uma atuação impecável, digna dos melhores quarterbacks da liga. Se repetir a atuação, Kaerpernick tem tudo para levar os 49ers ao título do Superbowl.
Na sequência, às 21:30 hs, o New England Patriots, de Tom Brady, recebe o Baltimore Ravens de Ray Lewis, pelo título da AFC. Mesmo com o desfalque de Rob Gronkowski, que sofre com uma lesão no braço esquerdo e está fora do resto da temporada, o ataque dos Patriots ainda é muito forte, com destaque para Wes Welker e Aaron Hernandez.
Vale a pena conferir os jogos que definirão as duas equipes que irão para o Superbowl XLVII.
Neste final de semana, as finais de Conferência do futebol americano prometem bons jogos. Se repetirem as atuações da semana passada, os jogos têm tudo para serem inesquecíveis.
No domingo, às 18:00 hs, pelo horário de Brasília, o San Francisco 49ers vai até Atlanta enfrentar os Falcons pela final da NFC. A expectativa é pela atuação do quarterback Colin Kaepernick dos 49ers. Na semana passada Kaepernick teve uma atuação impecável, digna dos melhores quarterbacks da liga. Se repetir a atuação, Kaerpernick tem tudo para levar os 49ers ao título do Superbowl.
Na sequência, às 21:30 hs, o New England Patriots, de Tom Brady, recebe o Baltimore Ravens de Ray Lewis, pelo título da AFC. Mesmo com o desfalque de Rob Gronkowski, que sofre com uma lesão no braço esquerdo e está fora do resto da temporada, o ataque dos Patriots ainda é muito forte, com destaque para Wes Welker e Aaron Hernandez.
Vale a pena conferir os jogos que definirão as duas equipes que irão para o Superbowl XLVII.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Divulgada a lista dos jogadores que participarão do WBC
Foi divulgado nesta quinta-feira a lista dos jogadores que participarão do WBC 2013. Os elencos anunciados nesta quinta-feira pela organização do WBC podem ser alterados até 20 de fevereiro.
Na seleção brasileira uma única alteração em relação à equipe que atuou na fase classificatória, mas que pode causar um grande impacto. O receptor Yan Gomes que jogou a temporada passada pelo Toronto Blue Jays, assinou com o Cleveland Indians e não representará a seleção brasileira nesta fase do WBC.
Gomes deverá participar do Spring Trainning dos Indians e desfalcará o selecionado nacional. Em seu lugar, a lista inclui o arremessador Luiz Gohara de apenas 16 anos, que assinou com o Seatle Mariners um contrato de US$ 880 mil em agosto de 2012.
ARREMESSADORES
Gabriel Asakura
Noris Chacón
Rafael Fernandes
Luiz Gohara
Murilo Gouvea
Hugo Kanabushi
Kesley Kondo
Rafael Moreno
Oscar Nakaoshi
André Rienzo
Thyago Vieira
Carlos Yoshimura
CATCHER
Bruno Hirata
DEFENSORES INTERNOS
Felipe Burin
Alan Fanhoni
Iago Januário
Daniel Matsumoto
Pedro Okuda
Leonardo Reginatto
Lucas Rojo
Marcio Tanaka
DEFENSORES EXTERNOS
Tiago Magalhães
Mike Magario
JC Muniz
Paulo Orlando
Jean Tomé
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